Por Sessyllya

Em umas das conversas que Sessyllya teve com seu amigo eDDu, ambos meio excêntricos com palavras e pensamentos, ambos meio alheios ao que criaturas comuns julgam ser o normal das coisas, registrou-se o que se lê nas linhas que se seguem.

“Sessyllya: Tem hora que penso… Penso?
eDDu: Penso, logo me acho inteligente.
Sessyllya: Quer dizer que gente desinteligente não pensa? Ou apenas pensa diferente?
eDDu: Não sei. Sei que penso, logo dou risada.
Sessyllya: Então penso, logo me jogo!
eDDu: Penso, logo fede.
Sessyllya: Penso, logo fico confusa…
eDDu: Penso, logo viajo.
Sessyllya: Penso, logo… me acho?!
eDDu: Penso, logo esqueço.
Sessyllya: Penso, logo pereço.
Penso, logo estremeço.
Penso, logo enlouqueço.
Penso, logo entristeço.
Penso, logo emudeço…
Penso, logo… existo?
eDDu: Penso… logo… desisto.”
Sessyllya e eDDu têm dessas manias de conversas sem sentido – em busca pelo sentido delas? São ambos seres que vivem em mundos diversos, debaixo de arco-íris que chovem colorido.