“Estou começando esta coluna sem título porque acredito que escrevê-la assim, sem uma prévia do que virá, vai acabar dando a ela um norte, um objetivo. Ou de repente, até mesmo você leitor através dos comentários, pode enviar uma opção para o nome dela. Que tal?
Já digo sobre o que gosto de falar: relações humanas. Essa ligação intensa e maluca que todos utilizam, mas pouca gente entende. Porque amamos, porque queremos, porque brigamos, por que.. por que… por quê? Ahn? O porque não sei…
Só sei que temos VIDA, vontade, energia que nos faz mudar e querer aquilo que ainda não conquistamos.
Mudar aquilo que não se pode, ou não se parecia possível.
Melhorar. Fazer diferente.
E talvez, quem sabe, esse seja um dos porquês – porque vivemos, e vida é isso – mudança constante, infinita.
Imagina você andar com o mesmo sapato por toda a sua vida, fazer o mesmo caminho diariamente e conviver sempre com as mesmas pessoas?
Não, não dá. É limitação demais pra um mundo deste tamanho e com tanta coisa a oferecer. Viver se limitando é o mesmo que escravidão.
Então, aproveite este clima de “reflexão do dia” (tô me sentindo o autor de Minutos de sabedoria, juro) e pense em algo que você pode fazer diferente hoje. Mas tem que ser HOJE mesmo. Amanhã é outro dia, tá super longe e sabe-se lá o que vai acontecer.
Então permita-se.
Ande do lado oposto da rua para vê-la de um ângulo diferente e cumprimente aquela persona non grata só para sentir um gostinho de surpresa alheia. Sei lá…sabe aquele pé pintado com esmalte vermelho que você de-tes-ta? Vai lá…pinta igual. Quem sabe não fica bacana?
Mas faça.
Viver com um olhar do tipo ‘sou do contra’ sem ao menos entender o porque disso, além de te deixar com 20 anos a mais do que você tem, vai te livrar de algo que é primordial a construção do aprendizado: a experiência…“